Um lugar em meio à floresta para hospedar-se, reunir pessoas, aprender, praticar e descansar, encontrando espaço para o silêncio, a leitura, a convivência, a natureza e tudo aquilo que pede mais tempo.
Toda transformação começa na escolha do que se planta. Aqui você encontrará as sementes.
Há coisas que só crescem quando recebem atenção: uma planta precisa de terra, água, luz e tempo; uma habilidade precisa de prática; o corpo precisa de movimento e descanso; a mente precisa de foco; e as relações precisam de presença. O Jardineiro simboliza essa escolha consciente de cuidar do que cultivamos em nós.
Aquilo que vivemos e repetimos cria marcas e tendências. Algumas sementes escolhemos, outras chegam antes mesmo de percebermos. Por isso, o Jardineiro não observa um jardim pronto, mas cuida do que ainda está em formação. No centro do Mauna está essa atitude: não controlar o que floresce, mas criar boas condições, remover obstáculos e direcionar com consciência a nossa atenção.
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YS.IV-III nimittam aprayojakaṃ prakṛtīnāṃ varaṇabhedas tu tataḥ kṣetrikavat
A irrigação
O agricultor tem um campo que precisa ser irrigado.
O fluxo
Aquilo que estiver pronto pra florescer, floresce.
O florescimento
O agricultor não faz a planta crescer. Quando o obstáculo é retirado, a água segue seu próprio curso, e aquilo que estiver pronto pra florescer, floresce.
O que é MAUNA?
Vivemos cercados de estímulos que disputam continuamente nossa atenção — trabalho, informações, telas, mensagens e urgências — o que muitas vezes nos leva a reagir automaticamente em vez de escolher com consciência. Nesse contexto, o silêncio surge como uma pausa necessária no excesso, não como fuga, mas como um espaço de clareza onde é possível observar melhor, distinguir o essencial e recuperar a capacidade de direcionar a atenção.
O Jardineiro representa o cultivo intencional, enquanto Mauna representa o silêncio que permite reconhecer o que deve ser cultivado. Assim como a água nutre um jardim, a atenção alimenta tudo aquilo que cresce em nossa vida. Como nossos recursos são limitados, cultivar também é escolher o que nutrir. Por isso, Mauna começa pelo silêncio: para perceber melhor, escolher melhor e cultivar o essencial com mais consciência.
A vida exige muito de nós. Trabalho, responsabilidades, família, deslocamentos, preocupações, notícias e telas fazem parte da rotina.
Encontrar tempo já pode ser difícil. Mas existe uma questão ainda mais silenciosa: mesmo quando esse tempo aparece, nem sempre conseguimos dedicá-lo àquilo que realmente nos faz bem.
Aquilo que repetimos ganha espaço. O que recebe nossa atenção recebe também nossa energia.
Não escolhemos todas as circunstâncias da vida. Mas, dentro delas, existem coisas que podemos aprender a perceber, escolher, cuidar e transformar.
O que está recebendo sua atenção — e para onde isso está levando sua vida?
O que podemos fazer?
Criar condições para cuidar do essencial.
É para isso que existe o Mauna.
Não para oferecer uma fórmula de vida, mas para criar condições que nos ajudem a conhecer melhor a nós mesmos, prestar atenção, cuidar da saúde, aprender, praticar, fortalecer relações e fazer escolhas com mais clareza.
No Espaço Cidade, isso acontece por meio do Yoga, da meditação, do estudo e da prática.
No Espaço Floresta, por meio do silêncio, da natureza, do descanso, do movimento, da alimentação, da convivência, do estudo e do tempo.
Não é preciso fazer tudo. Cada pessoa chega com uma história diferente. O Mauna oferece conhecimento, experiências, ambientes e condições para que cada um possa descobrir aquilo que deseja cultivar.
Não podemos determinar o que a vida fará crescer. Podemos escolher, com mais clareza, aquilo que merece nossa atenção.
O Jardineiro · filosofia completa
Toda transformação começa na escolha do que se planta.
Há coisas que só crescem quando recebem atenção. Uma planta precisa de terra, água, luz e tempo. Uma nova habilidade precisa de prática. Um corpo precisa de movimento e descanso. Uma mente precisa aprender a se concentrar. Uma relação precisa de presença.
No Yoga, falamos sobre samskāras e vāsanās — marcas e tendências que se formam e se fortalecem através daquilo que vivemos e repetimos. O que fazemos muitas vezes torna-se mais fácil de fazer novamente. Isso pode nos ajudar a crescer, mas também pode nos prender a padrões que já não nos servem.
Algumas sementes escolhemos. Outras nos atravessam. Outras foram plantadas em nós antes mesmo que soubéssemos escolher.
Na imagem, o Jardineiro está ajoelhado, próximo à terra, atento a uma pequena planta. Ele não contempla um jardim pronto. Cuida com muita atenção de algo que ainda está começando.
Porque transformação não acontece de uma vez. Ela começa quando assumimos a responsabilidade de cuidar, dia após dia, daquilo que queremos ver crescer. Você não controla diretamente o resultado. Controla as condições e a qualidade da sua ação.
IV-III nimittam aprayojakaṃ prakṛtīnāṃ varaṇabhedas tu tataḥ kṣetrikavat
O agricultor tem um campo que precisa ser irrigado. Ele remove a barreira que impede que a água chegue. Quando o obstáculo é retirado, a água segue seu próprio curso e o que tiver que florescer floresce.
O agricultor não faz a planta crescer. O agricultor cria as condições para que aquilo que pode acontecer aconteça.
Mauna · Silêncio Alto
Vivemos cercados de estímulos que disputam continuamente nossa atenção. O silêncio surge como uma pausa necessária no excesso — não como fuga, mas como um espaço de clareza. O Jardineiro representa o cultivo intencional; Mauna representa o silêncio que permite reconhecer o que deve ser cultivado.
Quem cuida do Mauna
Guardiões do Mauna
Luciano Thomas
Yoga · Yogaterapia · Música
Professor de Yoga há mais de 15 anos, tendo como principais referências os ensinamentos de T.K.V. Desikachar e T. Krishnamacharya. É aluno regular do Dr. N. Chandrasekaran, em Chennai, Índia, onde aprofunda seus estudos em Yoga Cikitsa — Yogaterapia Integral.
É autor do documentário Yogaterapia: A Arte do Florescer, produtor musical e fundador do Mauna.
Trajetória completa →
Adri Rivera
Guardiã do Mauna
Depois de 32 anos de atuação no mercado financeiro, Adri iniciou uma nova etapa de sua trajetória dedicada ao autoconhecimento, à espiritualidade e a diferentes formas de cuidado.
Gosta de receber, escutar, conversar, cozinhar e cuidar dos espaços e do jardim.
Conheça sua trajetória →
Yoga · Yogaterapia · Música
Luciano Thomas
Mineiro de Três Corações (MG), Luciano Thomas chegou a Curitiba aos 17 anos para estudar música e filosofia, mas foi na tradição do Yoga que encontrou o campo de conhecimento ao qual dedicaria os mais de 15 anos seguintes de sua trajetória. Professor de Yoga e Yogaterapia, aprofundou sua extensa formação no Brasil e no exterior, buscando compreender profundamente os ensinamentos tradicionais do Yoga e sua aplicação às necessidades atuais.
Em 2018, após concluir sua formação acadêmica e especialização em Yoga e Yogaterapia, iniciou em Chennai, na Índia, seus estudos com o Dr. N. Chandrasekaran, referência mundial em Yogaterapia, aprofundando-se ao longo de seis anos na tradição de Krishnamacharya, com ênfase em Yoga Cikitsa. Paralelamente, estudou com professores como Chase Bossart, Nrithya Jagannathan, Tom Myers, Micheline Flak, Sri S. Sridharan e ciência do Yoga com Bernie Clark, com quem mantém seus estudos até hoje.
Foi também durante esse período que idealizou e gradativamente construiu o Mauna Floresta, com o auxílio de muitos colaboradores. No início, com a intenção de ser seu espaço de prática e estudo e, posteriormente, como uma extensão de sua escola em Curitiba. Um lugar para aprofundar e compartilhar com seus alunos os conhecimentos e experiências acumulados ao longo dessa trajetória com seus professores. Hoje, o Mauna reúne escola, espaços para práticas, encontros e hospedagem em meio à natureza, recebendo alunos, professores e grupos interessados em aprofundar sua relação com o Yoga, a saúde e o que é essencial na vida por diferentes meios.
Sua caminhada artística acompanha esse percurso. Luciano é autor do documentário Yoga: A Arte do Florescer e produziu e dirigiu o videoclipe Além de Mim, criado para a campanha Setembro Amarelo. Como produtor musical, participou da criação de três álbuns com o Hoo!, projeto dedicado a músicas relacionadas ao autoconhecimento. Também lançou LooZ Mantra, com mantras de diferentes tradições ao redor do mundo. Em 2026, lançou o álbum O Barco & Oceano, seu álbum mais ousado, desenvolvido ao longo de cinco anos a partir dos estudos do Yoga e do Sāṃkhya, com participações especiais de Ney Matogrosso em duas faixas.
Formação Principal
Internacional
Yoga Therapist Training — Yoga Vaidya Sala, Dr. N. Chandrasekaran Chennai, Índia · 2018–2023 · 700h
Post Graduate Diploma in Yoga Therapy — Dr. N. Chandrasekaran Bruxelas, Bélgica · Internship 120h
Formação em Yoga Nidra — Micheline Flak · França · 20h
Applied Anatomy and Physiology of Yoga — Simon Borg-Olivier · Austrália · 24h
The Science of Yoga — Tom Myers · Maine, EUA · 20h
Physiology of Emotional Release — Tom Myers · Maine, EUA · 10h
Anatomy for Yoga Teachers and Students — Tom Myers · 20h
Unfolding Evolution — Levels 1–4 — Tom Myers
Especialização em Canto Dhrupad — Ricardo Passos · Portugal · 20h
Especiarias, Chás e Shots — Luciano Bruno · 20h
Outras realizações
Criador do documentário Yoga: A Arte do Florescer e do videoclipe Além de Mim, produzido e dirigido para a campanha Setembro Amarelo.
Produtor de cinco álbuns relacionados à música, meditação e autoconhecimento:
Yoga Nidra — 2013
Cheio do Nada — 2014
UNIversal — 2015
LooZ Mantra — 2017
O Barco & Oceano — 2026, com participações de Ney Matogrosso
Guardiã do Mauna
Adri Rivera
Formada em Ciências Contábeis pela Universidade Federal do Paraná, com MBI em Gestão Estratégica do Conhecimento e Inteligência Empresarial pela PUC e MBA em Controladoria e Finanças pela USP de Ribeirão Preto, Adri Rivera construiu durante 32 anos sua trajetória profissional no mercado financeiro.
Foram 12 anos no antigo Banestado e 20 anos no Banco Itaú, onde atuou principalmente nas áreas de Auditoria de Crédito e de Modelos e de Metodologia de Auditoria. Ao longo desse percurso, participou também de projetos ligados à gestão de processos e ao desenvolvimento de pessoas.
Apesar de uma carreira construída em uma área essencialmente técnica, seu interesse nunca esteve apenas nos números, nos controles ou nos processos. Sempre esteve também nas pessoas: em escutar, conversar, compreender diferentes histórias e perceber aquilo que existe por trás dos papéis que cada um desempenha.
Em 2020, encerrou sua trajetória no mercado financeiro e iniciou uma nova etapa da vida, abrindo mais espaço para o autoconhecimento, a espiritualidade, o trabalho voluntário e outras formas de cuidado.
Nesse caminho, participou ativamente de trabalhos relacionados à Ayahuasca, contribuindo para a estruturação jurídica e organizacional de uma instituição, para a preparação dos encontros e para a condução dos rituais. Realizou dois treinamentos voltados à mediunidade e à sensibilidade no Céu de Nossa Senhora da Conceição e mantém seus estudos e práticas relacionados ao Tao.
Outra expressão importante dessa trajetória surgiu por meio da cozinha. Adri participa do Sushi Vegano, em Curitiba, e encontra na alimentação mais uma forma de criar, reunir e cuidar. No Mauna, estará também envolvida na preparação de parte das refeições servidas nos encontros e vivências, aproximando alimentação, acolhimento e convivência.
O mesmo cuidado se estende à terra. O jardim, as plantas e os espaços do Mauna fazem parte de sua rotina e de uma relação cada vez mais próxima com a natureza e com os pequenos trabalhos que mantêm um lugar vivo.
No Mauna, Adri participa da gestão e da construção dos projetos, mas seu lugar vai além da organização. Gosta de receber quem chega, ouvir histórias, conversar, cozinhar, cuidar do espaço e criar ambientes nos quais as pessoas possam se sentir acolhidas e ter tempo para olhar com mais atenção para si mesmas.
Esse caminho se amplia agora com a construção de encontros e vivências ligados à Arteterapia, à Ayahuasca e a outras ferramentas de desenvolvimento pessoal e espiritual, entendidas como possibilidades de experiência, reflexão e autoconhecimento.
Sua história reúne dimensões que durante muitos anos pareceram pertencer a mundos diferentes: a precisão dos processos, o interesse pelas pessoas, a espiritualidade, a cozinha, o cuidado com a natureza e o prazer de receber.
No Mauna, todas elas passam a fazer parte de um mesmo cultivo: cuidar das pessoas, do alimento, da terra e das condições para que algo significativo possa florescer.
MAUNA Floresta
Nosso espaço em meio à natureza
Um local único em meio à mata atlântica, preparado para criar condições para o autoconhecimento, com espaços para hospedagem, prática, estudo e convivência. Um lugar para conhecer pessoas, aprender e viver experiências com mais tempo, silêncio e presença. O Mauna Floresta recebe pessoas, famílias e grupos que procuram um lugar para estar, criar, aprender, conviver ou simplesmente descansar e se regenerar. O espaço também pode ser reservado por professores, terapeutas, empresas, estudantes, facilitadores e grupos.
A escola de Yoga | Meditação mais bem avaliada de Curitiba
★★★★★
5.0 · 84+ avaliações no Google
“Nunca encontrei outro profissional com tamanho cuidado e talento no ensino do yoga.”
“Lugar acolhedor, lindíssimo, feito com carinho e dedicação que se pode notar em cada detalhe.”
“É um espaço de acolhimento e transformação — para lembrar daquilo que é mais importante em nossas vidas.”
“I came to Mauna looking for a more intimate yoga school with classes that offered a more individualized approach. I found much more than that: a welcoming school, completely different from all the studios where I've practiced before.”
Nasce como um convite para nutrir aquilo que sustenta a vida. Três dias de imersão em Ayurveda, Yoga, Sound Healing, comida viva e práticas voltadas ao autocuidado, ao autoconhecimento e à presença — um espaço para desacelerar, observar, integrar e nutrir.